quarta-feira, 11 de Novembro de 2009
quarta-feira, 21 de Outubro de 2009
Taça de Portugal: Monsanto 0-6 Benfica
Eliminatória tranquila para o Benfica, que se deslocou a Torres Novas para defrontar o Monsanto. O Benfica alinhou com: Moreira; Ruben Amorim, Sidnei, David Luiz, César Peixoto; Javi Garcia, Coentrão, Felipe Menezes, Carlos Martins; Weldon, Nuno Gomes.
Primeira parte perdulária
O Benfica cedo mostrou que, mesmo com um onze de recurso, estava em campo para resolver as coisas o mais rápido possivel. A equipa criou 2/3 ocasiões claras de golo, não concretizadas por manifesto azar. No final da primeira parte, surge o primeiro momento alto da partida: Felipe Menezes arranca com a bola no meio-campo, dribla 3/4 jogadores do Monsanto e dispara forte, sem hipoteses para o guarda-redes contrário. 0-1 Benfica e era assim que as equipas iam para o intervalo.
Segunda parte avassaladora
Na segunda parte, o Benfica voltou a entrar forte e as coisas foram acontecendo com naturalidade. O 0-2 surge por Carlos Martins, com assistencia de Nuno Gomes, que aproveitou uma falha do guarda-redes do Monsanto. O 0-3 logo de seguida, com Felipe Menezes a mostrar grande técnica e visão de jogo, ao colocar a bola a jeito do petardo de Carlos Martins que bisava na partida. Depois do 0-3, o Benfica baixou um pouco o ritmo e permitiu que o Monsanto criasse uma ocasião de golo, com Moreira, atento, a fazer uma boa defesa.
Nos últimos dez minutos, novamente a força encarnada: primeiro, Saviola a emendar ao segundo poste, um desvio de cabeça de Miguel Vitor, na sequencia de um pontapé de canto. Logo a seguir, César Peixoto, com uma cobrança irrepreensivel de um livre directo em posição frontal, faz o 0-5. Por fim, talvez o golo mais esperado pelos benfiquistas: Fábio Coentrão estreia-se a marcar com uma cabeçada fulgurante, a concluir cruzamento acrobático de Saviola.
Foi um jogo tranquilo, com a equipa a não complicar. A meu ver, era a partida ideal a realizar, após uma paragem para as selecções. Marca tambem, o final de um ciclo de jogos de "chacha"...o campeonato a serio, onde se vai ver o real valor desta equipa, começa na 5ª feira e prolongar-se-à até final de 2009. A saber: Everton (c), Nacional (c), Braga (f), Everton (f), Naval (c), Sporting (f), BATE Borisov (f), Académica (c), Olhanense (f), AEK (c), Porto (c), a que se juntam duas eliminatórias da Taça de Portugal e o Play-Off de Apuramento para o Mundial, onde estarão envolvidos Portugal (Nuno Gomes e César Peixoto - tendo em conta a ultima convocatória) e Uruguai (Maxi Pereira). Ciclo infernal.
http://www.youtube.com/watch?v=SzoYbPe25Rs
Primeira parte perdulária
O Benfica cedo mostrou que, mesmo com um onze de recurso, estava em campo para resolver as coisas o mais rápido possivel. A equipa criou 2/3 ocasiões claras de golo, não concretizadas por manifesto azar. No final da primeira parte, surge o primeiro momento alto da partida: Felipe Menezes arranca com a bola no meio-campo, dribla 3/4 jogadores do Monsanto e dispara forte, sem hipoteses para o guarda-redes contrário. 0-1 Benfica e era assim que as equipas iam para o intervalo.
Segunda parte avassaladora
Na segunda parte, o Benfica voltou a entrar forte e as coisas foram acontecendo com naturalidade. O 0-2 surge por Carlos Martins, com assistencia de Nuno Gomes, que aproveitou uma falha do guarda-redes do Monsanto. O 0-3 logo de seguida, com Felipe Menezes a mostrar grande técnica e visão de jogo, ao colocar a bola a jeito do petardo de Carlos Martins que bisava na partida. Depois do 0-3, o Benfica baixou um pouco o ritmo e permitiu que o Monsanto criasse uma ocasião de golo, com Moreira, atento, a fazer uma boa defesa.
Nos últimos dez minutos, novamente a força encarnada: primeiro, Saviola a emendar ao segundo poste, um desvio de cabeça de Miguel Vitor, na sequencia de um pontapé de canto. Logo a seguir, César Peixoto, com uma cobrança irrepreensivel de um livre directo em posição frontal, faz o 0-5. Por fim, talvez o golo mais esperado pelos benfiquistas: Fábio Coentrão estreia-se a marcar com uma cabeçada fulgurante, a concluir cruzamento acrobático de Saviola.
Foi um jogo tranquilo, com a equipa a não complicar. A meu ver, era a partida ideal a realizar, após uma paragem para as selecções. Marca tambem, o final de um ciclo de jogos de "chacha"...o campeonato a serio, onde se vai ver o real valor desta equipa, começa na 5ª feira e prolongar-se-à até final de 2009. A saber: Everton (c), Nacional (c), Braga (f), Everton (f), Naval (c), Sporting (f), BATE Borisov (f), Académica (c), Olhanense (f), AEK (c), Porto (c), a que se juntam duas eliminatórias da Taça de Portugal e o Play-Off de Apuramento para o Mundial, onde estarão envolvidos Portugal (Nuno Gomes e César Peixoto - tendo em conta a ultima convocatória) e Uruguai (Maxi Pereira). Ciclo infernal.
http://www.youtube.com/watch?v=SzoYbPe25Rs
sexta-feira, 16 de Outubro de 2009
Paços de Ferreira 1-3 Benfica
Sétima jornada da liga, concluida com um Paços de Ferreira - Benfica num relvado encharcado, depois da chuva que caiu ao longo do dia, no Norte do país. O Benfica, por força das chamadas de Aimar, Di Maria e Maxi às respectivas selecções, alinhou da seguinte forma: Quim; Ruben Amorim, Luisão, David Luiz, Shaffer; Javi Garcia, Fábio Coentrão, Ramires, Carlos Martins, Cardozo, Saviola.
Entrar a ganhar e primeira parte demolidora.
O Benfica começa a partida praticamente a ganhar: Canto apontado por Carlos Martins aos 2 minutos e David Luiz a corresponder da melhor maneira, de cabeça, junto ao primeiro poste. O golo acabou com alguma ansiedade que poderia existir, por se estar a defrontar um adversário que no seu terreno, é sempre perigoso.
O Benfica, sempre mais rápido sobre a bola, controlou perfeitamente as operações e, ameio da primeira parte, faz o 0-2 por Carlos Martins, num remate potente a 35 metros da baliza, que traiu o guardião Cássio. Carlos Martins, que substituira Aimar, estava a desempenhar o papel na perfeição, dado que vinha de uma paragem relativamente prolongada por lesão.
O Paços de Ferreira parecia não ter força para travar um Benfica a jogar a um ritmo elevado e sempre com "fome de bola". Já çperto do intervalo, Saviola é derrubado à entrada da area. João Ferreira apita livre directo e Oscar Cardozo, na execução, faz um golo de antologia: remate forte, em arco, a entrar no angulo superior direito da baliza, sem hipotese de defesa para Cássio. Foi Benfica a mais, para este Paços de Ferreira, durante os primeiros 45 minutos. O resultado 0-3 ao intervalo pecava por escasso, tal o numero de ocasiões criadas pelo Benfica e a qualidade do seu jogo.
Segunda parte de pouca qualidade, com gestão nem sempre eficaz.
Para a segunda parte, o Benfica fez uma mexida: saiu Carlo Martins, MVP da primeira parte, lesionado nas costas e entrou para o seu lugar o jovem Felipe Menezes.
O Benfica, quiçá confiante na vantagem que trazia, recuou as linhas, oferecendo a iniciativa de jogo ao Paços de Ferreira. Jorge Jesus teria na mente, certamentente, diminuir a intensidade de jogo, com a possibilidade de sair em rápidos contra-ataques. Contudo, isso não aconteceu. O Benfica passou 35 minutos remetido à sua zona defensiva, limitando-se a despejar bola para a frente. O Paços cresceu e fez o 1-3 por Maykon, numa perda de bola infantil de Ramires, que a defesa do Benfica acabou por não conseguir resolver. Logo de seguida, o Paços está perto de fazer o 2-3, valendo Quim, com uma excelente defesa. O Benfica parecia querer complicar o fácil. Até aos 80 minutos, a equipa esteve perto de sofrer o 2-3 por duas ou três vezes, sem necessidade nenhuma. Jesus lançaria Peixoto e Weldon e a equipa acabaria por estabilizar no ultimo quarto de hora de jogo, criando uma ocasião de golo por Shaffer, que desperdiçou, atirando sobre a barra.
A vitória do Benfica foi incontestável, mas podia ter sido posta em causa sem necessidade. Num mesmo jogo viu-se um Benfica fantásticos, mandão e um Benfica muito pobre e pouco inteligente. A minha conclusão é obvia: quando temos de mandar, sabemos de mandar...quando temos de gerir, ainda não o sabemos fazer. Acho que é um aspecto do nosso jogo, que tem de ser urgentemente trabalhado, pois nenhuma equipa consegue fazer uma época inteira sempre de prego a fundo.
http://www.youtube.com/watch?v=hY3hITGj-90
Entrar a ganhar e primeira parte demolidora.
O Benfica começa a partida praticamente a ganhar: Canto apontado por Carlos Martins aos 2 minutos e David Luiz a corresponder da melhor maneira, de cabeça, junto ao primeiro poste. O golo acabou com alguma ansiedade que poderia existir, por se estar a defrontar um adversário que no seu terreno, é sempre perigoso.
O Benfica, sempre mais rápido sobre a bola, controlou perfeitamente as operações e, ameio da primeira parte, faz o 0-2 por Carlos Martins, num remate potente a 35 metros da baliza, que traiu o guardião Cássio. Carlos Martins, que substituira Aimar, estava a desempenhar o papel na perfeição, dado que vinha de uma paragem relativamente prolongada por lesão.
O Paços de Ferreira parecia não ter força para travar um Benfica a jogar a um ritmo elevado e sempre com "fome de bola". Já çperto do intervalo, Saviola é derrubado à entrada da area. João Ferreira apita livre directo e Oscar Cardozo, na execução, faz um golo de antologia: remate forte, em arco, a entrar no angulo superior direito da baliza, sem hipotese de defesa para Cássio. Foi Benfica a mais, para este Paços de Ferreira, durante os primeiros 45 minutos. O resultado 0-3 ao intervalo pecava por escasso, tal o numero de ocasiões criadas pelo Benfica e a qualidade do seu jogo.
Segunda parte de pouca qualidade, com gestão nem sempre eficaz.
Para a segunda parte, o Benfica fez uma mexida: saiu Carlo Martins, MVP da primeira parte, lesionado nas costas e entrou para o seu lugar o jovem Felipe Menezes.
O Benfica, quiçá confiante na vantagem que trazia, recuou as linhas, oferecendo a iniciativa de jogo ao Paços de Ferreira. Jorge Jesus teria na mente, certamentente, diminuir a intensidade de jogo, com a possibilidade de sair em rápidos contra-ataques. Contudo, isso não aconteceu. O Benfica passou 35 minutos remetido à sua zona defensiva, limitando-se a despejar bola para a frente. O Paços cresceu e fez o 1-3 por Maykon, numa perda de bola infantil de Ramires, que a defesa do Benfica acabou por não conseguir resolver. Logo de seguida, o Paços está perto de fazer o 2-3, valendo Quim, com uma excelente defesa. O Benfica parecia querer complicar o fácil. Até aos 80 minutos, a equipa esteve perto de sofrer o 2-3 por duas ou três vezes, sem necessidade nenhuma. Jesus lançaria Peixoto e Weldon e a equipa acabaria por estabilizar no ultimo quarto de hora de jogo, criando uma ocasião de golo por Shaffer, que desperdiçou, atirando sobre a barra.
A vitória do Benfica foi incontestável, mas podia ter sido posta em causa sem necessidade. Num mesmo jogo viu-se um Benfica fantásticos, mandão e um Benfica muito pobre e pouco inteligente. A minha conclusão é obvia: quando temos de mandar, sabemos de mandar...quando temos de gerir, ainda não o sabemos fazer. Acho que é um aspecto do nosso jogo, que tem de ser urgentemente trabalhado, pois nenhuma equipa consegue fazer uma época inteira sempre de prego a fundo.
http://www.youtube.com/watch?v=hY3hITGj-90
segunda-feira, 5 de Outubro de 2009
Liga Europa: AEK 1-0 Benfica
Exibição miserável.
O Benfica deslocou-se a Atenas para defrontar um debilitado AEK, na 2ª jornada da Liga Europa. A equipa foi: Júlio César; Maxi, Luisão, David Luiz, César Peixoto; Javi Garcia, Di Maria, Aimar, Ramires; Cardozo, Saviola.
A partida começa com bom ritmo, com o Benfica a mostrar-se empreendedor. Os 15 minutos iniciais, mostraram um Benfica capaz de ganhar o jogo facilmente, dadas as claras limitações defensivas da equipa grega. Talvez embalados por esta aparente facilidade, os encarnados partiram para a pior exibição da época.
Desgarrada, a equipa lá ia trocando a bola com pouco movimento, expondo-se desnecessariamente aos ataques do AEK. Ainda assim, o Benfica envia uma bola ao poste e cria mais uma ou outra ocasião de golo, quase sempre depois de sprints de Di Maria. Aos 40 minutos, o AEK chega à vantagem por Majstorovic, na sequência de um pontapé de canto, materializando o assédio crescente dos gregos, à baliza do Benfica.
Segunda parte...mais do mesmo.
Na segunda parte, o Benfica entra no mesmo ritmo sonolento, sempre convicto de que não era preciso trabalhar, para o golo aparecer. O AEK tambem se mostrava frágil, incapaz de assumir a partida. Foram 45 minutos de futebol muitos pobre, ao nivel de um Estoril-Santa Clara em ritmo de pré-época. É caso para dizer, que o Benfica só não matou o apuramento para a fase seguinte da Liga Europa e levou de vencida o AEK...porque não quis. Sim, porque não quis, porque eu recuso-me a acreditar que esta equipa, estes jogadores só valem aquilo.
Mau demais para ser verdade...mas expectável, dado o nivel de jogo apresentado em Leiria e nos 20/25 minutos iniciais contra o Leixões.
Escrevo esta crónica numa Segunda-Feira. Tarde chuvosa no Norte do país, que antecede o jogo Paços de Ferreira-Benfica, da 7ª jornada da Liga, a disputar no lamaçal da Mata Real. Se o Benfica repetir a atitude de Atenas, não vai levar de vencida os castores, desperdiçando a possibilidade de maximizar o empate de ontem do Sporting, ante o Belenenses.
http://www.youtube.com/watch?v=V2aozdXvw1c&NR=1
O Benfica deslocou-se a Atenas para defrontar um debilitado AEK, na 2ª jornada da Liga Europa. A equipa foi: Júlio César; Maxi, Luisão, David Luiz, César Peixoto; Javi Garcia, Di Maria, Aimar, Ramires; Cardozo, Saviola.
A partida começa com bom ritmo, com o Benfica a mostrar-se empreendedor. Os 15 minutos iniciais, mostraram um Benfica capaz de ganhar o jogo facilmente, dadas as claras limitações defensivas da equipa grega. Talvez embalados por esta aparente facilidade, os encarnados partiram para a pior exibição da época.
Desgarrada, a equipa lá ia trocando a bola com pouco movimento, expondo-se desnecessariamente aos ataques do AEK. Ainda assim, o Benfica envia uma bola ao poste e cria mais uma ou outra ocasião de golo, quase sempre depois de sprints de Di Maria. Aos 40 minutos, o AEK chega à vantagem por Majstorovic, na sequência de um pontapé de canto, materializando o assédio crescente dos gregos, à baliza do Benfica.
Segunda parte...mais do mesmo.
Na segunda parte, o Benfica entra no mesmo ritmo sonolento, sempre convicto de que não era preciso trabalhar, para o golo aparecer. O AEK tambem se mostrava frágil, incapaz de assumir a partida. Foram 45 minutos de futebol muitos pobre, ao nivel de um Estoril-Santa Clara em ritmo de pré-época. É caso para dizer, que o Benfica só não matou o apuramento para a fase seguinte da Liga Europa e levou de vencida o AEK...porque não quis. Sim, porque não quis, porque eu recuso-me a acreditar que esta equipa, estes jogadores só valem aquilo.
Mau demais para ser verdade...mas expectável, dado o nivel de jogo apresentado em Leiria e nos 20/25 minutos iniciais contra o Leixões.
Escrevo esta crónica numa Segunda-Feira. Tarde chuvosa no Norte do país, que antecede o jogo Paços de Ferreira-Benfica, da 7ª jornada da Liga, a disputar no lamaçal da Mata Real. Se o Benfica repetir a atitude de Atenas, não vai levar de vencida os castores, desperdiçando a possibilidade de maximizar o empate de ontem do Sporting, ante o Belenenses.
http://www.youtube.com/watch?v=V2aozdXvw1c&NR=1
Benfica 5-0 Leixões
Dificuldades iniciais e goleada tranquila.
Sexta jornada do Campeonato Nacional, Benfica-Leixões a fechar. O Benfica vinha de uma vitória sofrida em Leiria e procurava em casa, maximizar o resultado do clássico Porto-Sporting. A equipa alinhou com Quim; Maxi, Luisão, David Luiz, César Peixoto; Javi Garcia, Di Maria, Aimar, Ramires; Cardozo, Saviola.
Os primeiros 20 minutos de jogo foram complicados para o Benfica. A equipa não conseguia ligar nos ultimos 30/35 metros, falhando inumeros passes. A isto, juntava-se a estratégia do Leixões, que passava por baixar o ritmo de jogo, recorrendo a um jogo faltoso (e por vezes violento!). O Benfica entrou muito forte e aos 5min já tinha enviado uma bola ao poste, contudo o gás foi-se perdendo.
O caso
À passagem dos 25 minutos, inicia-se o caso do jogo: o camaronês Pouga é derrubado por Ramires e fica no chão a contorcer-se com dores. O jogo prossegue com o leixonense estendido no relvado...contudo, o árbitro João Capela resolve interromper a partida, para que seja prestada assistência ao atleta. Logo após o apito, o camaronês levanta-se como se não se passasse nada, para não ter que sair do relvado, o que gerou revolta nas hostes benfiquistas. Luisão chama à atenção Pouga, que não reage da melhor maneira...João Capela obriga o camaronês a sair do relvado, porque havia interrompido o encontro para lhe ser prestada assistência e este, de cabeça quente, dirige palavras menos próprias ao árbitro que, numa decisão salomónica, mostra o amarelo a Luisão e Pouga, por comportamento incorrecto. Na RTP, os comentadores estavam de acorodo, o lance é passivel de amarelo, que se aceita com naturalidade (fiquem atentoa ao que se passaria 5min depois). Um lance que não gerou polémica nenhuma naquele momento.
O jogo prossegue e, aos 30 minutos, Pouga tem uma entrada completamente fora de tempo sobre Di Maria. A falta é perigosa, em zona perigosa e João Capela faz aquilo que tem de fazer: mostra o 2º amarelo a Pouga e expulsa-o. Curiosamente, aquilo que havia sido um amarelo compreensivel e aceitável para os comentadores da RTP 5 min antes, passa a ser um amarelo forçado (Rennie, Tadeia...Rennie!) que resultou em prejuizo para o Leixões. A minha dúvida é: esta gente é paga para se prestar a fazer estas figurinhas, em directo, para todo o país? É que é preciso ter uma lata, ou melhor, um LATÃO, para se dizerem tantas bacoradas juntas na TV.
A unica surpresa neste jogo, era o Leixões aos 29 minutos ainda estar com 11 em campo, dada a pancada que distribuiram desde o começo da partida.
Siga a bola...
A partir dos 30 minutos, ainda que não jogando bem, a equipa do Benfica lá vai criando cada vez mais perigo, até que já em periodo de compensação, na sequencia de um livre batido por Aimar, David Luiz inaugura o marcador. A primeira parte não foi bem jogada...ainda assim, o resultado espelhava aquilo que se passou em campo.
Dominio avassalador
Na segunda parte, o Benfica entra muito forte e foi construindo o resultado naturalmente. Primeiro, Cardozo de grande penalidade a castigar falta de Nuno Silva sobre Aimar, que deixaria os matosinhenses a jogar com 9. Depois, Ramires a concluir uma jogada de entendimento entre Coentrão e ésar Peixoto sobre a esquerda. 3-0 e o Benfica embalado para a goleada. Já perto do fim, mais dois golos: Maxi em jogada individual a rematar rasteiro, cruzado, sem hipoteses para Diego e, por fim, o golo da noite, com Cardozo a aplicar um espectacular golpe de cabeça a um cruzamento milimétrico de César Peixoto.
O jogo terminava com 5-0, resultado justo que castigava a estratégia de jogo violento delineada por José Mota, para esta partida. Contudo, apesar do resultado, os primeiros 20/25 minutos da equipa, deveriam ser alvo de reflexão, uma vez que já se repetiram na jornada anterior em Leiria e só com sorte, não saimos do Magalhães Pessoa com um resultado negativo.
http://www.youtube.com/watch?v=0ZrCcCb19qE
Sexta jornada do Campeonato Nacional, Benfica-Leixões a fechar. O Benfica vinha de uma vitória sofrida em Leiria e procurava em casa, maximizar o resultado do clássico Porto-Sporting. A equipa alinhou com Quim; Maxi, Luisão, David Luiz, César Peixoto; Javi Garcia, Di Maria, Aimar, Ramires; Cardozo, Saviola.
Os primeiros 20 minutos de jogo foram complicados para o Benfica. A equipa não conseguia ligar nos ultimos 30/35 metros, falhando inumeros passes. A isto, juntava-se a estratégia do Leixões, que passava por baixar o ritmo de jogo, recorrendo a um jogo faltoso (e por vezes violento!). O Benfica entrou muito forte e aos 5min já tinha enviado uma bola ao poste, contudo o gás foi-se perdendo.
O caso
À passagem dos 25 minutos, inicia-se o caso do jogo: o camaronês Pouga é derrubado por Ramires e fica no chão a contorcer-se com dores. O jogo prossegue com o leixonense estendido no relvado...contudo, o árbitro João Capela resolve interromper a partida, para que seja prestada assistência ao atleta. Logo após o apito, o camaronês levanta-se como se não se passasse nada, para não ter que sair do relvado, o que gerou revolta nas hostes benfiquistas. Luisão chama à atenção Pouga, que não reage da melhor maneira...João Capela obriga o camaronês a sair do relvado, porque havia interrompido o encontro para lhe ser prestada assistência e este, de cabeça quente, dirige palavras menos próprias ao árbitro que, numa decisão salomónica, mostra o amarelo a Luisão e Pouga, por comportamento incorrecto. Na RTP, os comentadores estavam de acorodo, o lance é passivel de amarelo, que se aceita com naturalidade (fiquem atentoa ao que se passaria 5min depois). Um lance que não gerou polémica nenhuma naquele momento.
O jogo prossegue e, aos 30 minutos, Pouga tem uma entrada completamente fora de tempo sobre Di Maria. A falta é perigosa, em zona perigosa e João Capela faz aquilo que tem de fazer: mostra o 2º amarelo a Pouga e expulsa-o. Curiosamente, aquilo que havia sido um amarelo compreensivel e aceitável para os comentadores da RTP 5 min antes, passa a ser um amarelo forçado (Rennie, Tadeia...Rennie!) que resultou em prejuizo para o Leixões. A minha dúvida é: esta gente é paga para se prestar a fazer estas figurinhas, em directo, para todo o país? É que é preciso ter uma lata, ou melhor, um LATÃO, para se dizerem tantas bacoradas juntas na TV.
A unica surpresa neste jogo, era o Leixões aos 29 minutos ainda estar com 11 em campo, dada a pancada que distribuiram desde o começo da partida.
Siga a bola...
A partir dos 30 minutos, ainda que não jogando bem, a equipa do Benfica lá vai criando cada vez mais perigo, até que já em periodo de compensação, na sequencia de um livre batido por Aimar, David Luiz inaugura o marcador. A primeira parte não foi bem jogada...ainda assim, o resultado espelhava aquilo que se passou em campo.
Dominio avassalador
Na segunda parte, o Benfica entra muito forte e foi construindo o resultado naturalmente. Primeiro, Cardozo de grande penalidade a castigar falta de Nuno Silva sobre Aimar, que deixaria os matosinhenses a jogar com 9. Depois, Ramires a concluir uma jogada de entendimento entre Coentrão e ésar Peixoto sobre a esquerda. 3-0 e o Benfica embalado para a goleada. Já perto do fim, mais dois golos: Maxi em jogada individual a rematar rasteiro, cruzado, sem hipoteses para Diego e, por fim, o golo da noite, com Cardozo a aplicar um espectacular golpe de cabeça a um cruzamento milimétrico de César Peixoto.
O jogo terminava com 5-0, resultado justo que castigava a estratégia de jogo violento delineada por José Mota, para esta partida. Contudo, apesar do resultado, os primeiros 20/25 minutos da equipa, deveriam ser alvo de reflexão, uma vez que já se repetiram na jornada anterior em Leiria e só com sorte, não saimos do Magalhães Pessoa com um resultado negativo.
http://www.youtube.com/watch?v=0ZrCcCb19qE
terça-feira, 22 de Setembro de 2009
Sorteio da Taça de Portugal: Monsanto vs Benfica
Calhou em sorte ao Benfica, defrontar o Monsanto na próxima eliminatória da Taça. O Monsanto milita actualmente na 2ª Divisão - Zona Centro.
O Benfica é naturalmente favorito, contudo é preciso ter sempre respeito por estas equipas...é que os Gondomares, os Atléticos e os Torreenses andam sempre à espreita.
O Benfica é naturalmente favorito, contudo é preciso ter sempre respeito por estas equipas...é que os Gondomares, os Atléticos e os Torreenses andam sempre à espreita.
União de Leiria 1-2 Benfica
O Benfica desloca-se a Leiria, sabendo de antemão que o Porto perdeu em Braga. Este facto ajudou a que os adeptos encarnados batessem, pela segunda semana seguida, mais um record de assistências. Depois do Restelo, seria a vez do Magalhães Pessoa registar uma enchente como nunca havia acontecido nas provas nacionais. Os adeptos estão cada vez mais com a equipa e vão a todo lado.
Depois de uma vitória tranquila frente ao BATE Borisov, a meio da semana, para a Europa League, o Benfica volta a jogar para o campeonato. A equipa inicial sofreria novamente alterações face ao ultimo jogo. Desta feita jogaram: Quim; Maxi, Luisão, David Luiz, Shaffer; Javi Garcia, Ramires, Di Maria, Aimar, Keirrison, Saviola.
Entrada a todo o gás, golo a abrir e perda de intensidade.
O Benfica entrou na partida, mostrando ao que vinha. Mandão sobre a bola, procurava troca-la com a melhor qualidade possivel, num relvado péssimo, bom para a prática de rugby. Aos 3 minutos, Keirrison é derrubado junto à linha lateral. Jorge Sousa apita livre e Aimar encarrega-se da conversão. Sai um centro milimétrico para Saviola, que finaliza com grande classe. 4 minutos, Benfica 1-0...estava montado o cenário para mais uma exibição tranquila. Puro engano.
Quiçá relaxada pelo golo, a equipa desde cedo começa a diminuir a intensidade do seu futebol, o que aliado ao mau estado do relvado e a algum desacerto de algumas unidades ofensivas, produziu o pior futebol desta época. Muitos passes falhados, movimentações sem sentido e um inexplicável afunilamento do jogo ofensivo, com particular apetência para tentar entrar com a bola pela baliza dentro.
Aos 18 minutos, surge o golo do empate. Livre lateral apontado por Silas e David Luiz (que está em 4, dos 5 golos sofridos em jogos oficiais) a fazer auto-golo. Balde de água fria completo e o espectro de um resultado menos positivo começava a pairar sobre os adeptos.
A primeira parte terminaria assim, com um sabor azedo, porque aquele Benfica, não estava a jogar à Benfica. Di Maria e Shaffer nunca desiquilibraram na frente, Keirrison, com excepção de um lance, raramente ofereceu linha de passe e Ramires tambem estava a um nivel inferior ao habitual.
Um Benfica lutador, que obtem na raça, aquilo que não obteve na qualidade de jogo.
A segunda parte começa sem alterações na equipa, para desespero dos benfiquistas. Contudo, apesar do futebol continuar a ser pobre, pelo menos o Benfica aparecia a correr mais e a remeter o Leiria à sua defensiva. Depois de uma perda de bola infantil de Keirrison, Jesus decide lançar, de uma assentada, Cardozo e Nuno Gomes...dois jogadores para tentar desestabilizar o centro defensivo leiriense, que até ao momento, havia anulado facilmente Keirrison. Jesus joga no risco e vê quase tudo ir por água abaixo, quando Pateiro, sobre a esquerda defensiva do Benfica, ganha espaço a Shaffer e cruza para o coração da area, onde o recem-entrado Kalaba desperdiça uma oportunidade de golo clamorosa.
O jogo parecia mesmo caminhar para um frustrante empate. O Benfica, apesar de dominar, não conseguia criar reais oportunidades de perigo e o Leiria, salvo um ou outro lance, tambem se limitava a fechar os caminhos da sua baliza.
Quando Jesus se preparava para queimar a ultima substituição, colocando toda a carne no assador (Coentrão), surge o lance que marca o jogo: depois de uma abertura de Nuno Gomes, Aimar aparece a area em posição priveligiada. O defensor leiriense, apesar de tocar primeiro na bola, derruba Aimar com uma entrada perigosa. Jorse Sousa aponta para a marca de penalty imediatamente. Aquilo que as vozes da oposição exclamam, é que o jogador do Leiria toca primeiro a bola e só depois Aimar...mas, e daí? Não foi jogo perigoso, com contacto, o que dá lugar à marcação de um livre directo que, dentro da area, corresponde a uma grande penalidade? Não é isso que diz a lei? Eu sei que estão habituados a jogar com leis proprias, diferentes das instituidas pela FIFA... pá, mas em caso de duvida, deixem aplicar aquilo que vem nos livros oficiais do International Board. Eu sei que às vezes não dá jeito e tal...
Bom, voltando ao jogo, Cardozo é chamado a converter e faz o golo. Confesso que me faz um pouco de impressão o Cardozo chutar em força sempre para o mesmo lado...alguem o avise que ele pode fazer exactamente o mesmo...mas para o lado oposto, porque já o toparam. É que este ano já falhou dois penaltis e só não falhou o terceiro, por manifesto azar de Djuricic. Eu até gosto do paraguaio, mas pedi a todos os santinhos que fosse o Saviola a bater...felizmente correu bem.
O Benfica, sem deslumbrar, está outra vez na liderança. Coentrão acaba por não entrar, preferindo Jesus uma opção mais conservadora, tirando Saviola e colocando Amorim em campo, equilibrando o lado direito do meio-campo.
No ultimo quarto de hora, o Benfica controlou a posse de bola e criou mais uma chance de golo, que Nuno Gomes não conseguiu concretizar, com mérito para Djuricic. Mas como jogo do Benfica sem suspense até ao fim, não é jogo do Benfica...lá se fez uma faltinha a meio-campo no ultimo minuto, para Ruonny bater forte, com defesa apertda de Quim, para canto. Canto esse que foi mal marcado, acabando de seguida a partida.
Este foi um daqueles jogos em que parece que tudo corre mal e meios aos trambolhões, lá se encontra a felicidade. Há quem lhe chame estrelinha...eu vou pela raça e sacrificio até ao ultimo segundo.
Venha o Leixões, que na próxima semana há Porto-Sporting.
http://www.youtube.com/watch?v=tXJk-2HsSXw
Depois de uma vitória tranquila frente ao BATE Borisov, a meio da semana, para a Europa League, o Benfica volta a jogar para o campeonato. A equipa inicial sofreria novamente alterações face ao ultimo jogo. Desta feita jogaram: Quim; Maxi, Luisão, David Luiz, Shaffer; Javi Garcia, Ramires, Di Maria, Aimar, Keirrison, Saviola.
Entrada a todo o gás, golo a abrir e perda de intensidade.
O Benfica entrou na partida, mostrando ao que vinha. Mandão sobre a bola, procurava troca-la com a melhor qualidade possivel, num relvado péssimo, bom para a prática de rugby. Aos 3 minutos, Keirrison é derrubado junto à linha lateral. Jorge Sousa apita livre e Aimar encarrega-se da conversão. Sai um centro milimétrico para Saviola, que finaliza com grande classe. 4 minutos, Benfica 1-0...estava montado o cenário para mais uma exibição tranquila. Puro engano.
Quiçá relaxada pelo golo, a equipa desde cedo começa a diminuir a intensidade do seu futebol, o que aliado ao mau estado do relvado e a algum desacerto de algumas unidades ofensivas, produziu o pior futebol desta época. Muitos passes falhados, movimentações sem sentido e um inexplicável afunilamento do jogo ofensivo, com particular apetência para tentar entrar com a bola pela baliza dentro.
Aos 18 minutos, surge o golo do empate. Livre lateral apontado por Silas e David Luiz (que está em 4, dos 5 golos sofridos em jogos oficiais) a fazer auto-golo. Balde de água fria completo e o espectro de um resultado menos positivo começava a pairar sobre os adeptos.
A primeira parte terminaria assim, com um sabor azedo, porque aquele Benfica, não estava a jogar à Benfica. Di Maria e Shaffer nunca desiquilibraram na frente, Keirrison, com excepção de um lance, raramente ofereceu linha de passe e Ramires tambem estava a um nivel inferior ao habitual.
Um Benfica lutador, que obtem na raça, aquilo que não obteve na qualidade de jogo.
A segunda parte começa sem alterações na equipa, para desespero dos benfiquistas. Contudo, apesar do futebol continuar a ser pobre, pelo menos o Benfica aparecia a correr mais e a remeter o Leiria à sua defensiva. Depois de uma perda de bola infantil de Keirrison, Jesus decide lançar, de uma assentada, Cardozo e Nuno Gomes...dois jogadores para tentar desestabilizar o centro defensivo leiriense, que até ao momento, havia anulado facilmente Keirrison. Jesus joga no risco e vê quase tudo ir por água abaixo, quando Pateiro, sobre a esquerda defensiva do Benfica, ganha espaço a Shaffer e cruza para o coração da area, onde o recem-entrado Kalaba desperdiça uma oportunidade de golo clamorosa.
O jogo parecia mesmo caminhar para um frustrante empate. O Benfica, apesar de dominar, não conseguia criar reais oportunidades de perigo e o Leiria, salvo um ou outro lance, tambem se limitava a fechar os caminhos da sua baliza.
Quando Jesus se preparava para queimar a ultima substituição, colocando toda a carne no assador (Coentrão), surge o lance que marca o jogo: depois de uma abertura de Nuno Gomes, Aimar aparece a area em posição priveligiada. O defensor leiriense, apesar de tocar primeiro na bola, derruba Aimar com uma entrada perigosa. Jorse Sousa aponta para a marca de penalty imediatamente. Aquilo que as vozes da oposição exclamam, é que o jogador do Leiria toca primeiro a bola e só depois Aimar...mas, e daí? Não foi jogo perigoso, com contacto, o que dá lugar à marcação de um livre directo que, dentro da area, corresponde a uma grande penalidade? Não é isso que diz a lei? Eu sei que estão habituados a jogar com leis proprias, diferentes das instituidas pela FIFA... pá, mas em caso de duvida, deixem aplicar aquilo que vem nos livros oficiais do International Board. Eu sei que às vezes não dá jeito e tal...
Bom, voltando ao jogo, Cardozo é chamado a converter e faz o golo. Confesso que me faz um pouco de impressão o Cardozo chutar em força sempre para o mesmo lado...alguem o avise que ele pode fazer exactamente o mesmo...mas para o lado oposto, porque já o toparam. É que este ano já falhou dois penaltis e só não falhou o terceiro, por manifesto azar de Djuricic. Eu até gosto do paraguaio, mas pedi a todos os santinhos que fosse o Saviola a bater...felizmente correu bem.
O Benfica, sem deslumbrar, está outra vez na liderança. Coentrão acaba por não entrar, preferindo Jesus uma opção mais conservadora, tirando Saviola e colocando Amorim em campo, equilibrando o lado direito do meio-campo.
No ultimo quarto de hora, o Benfica controlou a posse de bola e criou mais uma chance de golo, que Nuno Gomes não conseguiu concretizar, com mérito para Djuricic. Mas como jogo do Benfica sem suspense até ao fim, não é jogo do Benfica...lá se fez uma faltinha a meio-campo no ultimo minuto, para Ruonny bater forte, com defesa apertda de Quim, para canto. Canto esse que foi mal marcado, acabando de seguida a partida.
Este foi um daqueles jogos em que parece que tudo corre mal e meios aos trambolhões, lá se encontra a felicidade. Há quem lhe chame estrelinha...eu vou pela raça e sacrificio até ao ultimo segundo.
Venha o Leixões, que na próxima semana há Porto-Sporting.
http://www.youtube.com/watch?v=tXJk-2HsSXw
Subscrever:
Mensagens (Atom)